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Seis meses sem respostas: família cobra avanços no caso do desaparecimento de Felipe Marques

Desaparecido desde setembro de 2025, morador de Caieiras segue sem qualquer resposta oficial. Família denuncia falta de avanço nas investigações e pede apoio da população.

A família também aponta possíveis falhas na condução inicial do caso. Uma das principais críticas é a ausência de verificação de imagens de monitoramento que poderiam indicar o deslocamento de Felipe após o desaparecimento.
A família também aponta possíveis falhas na condução inicial do caso. Uma das principais críticas é a ausência de verificação de imagens de monitoramento que poderiam indicar o deslocamento de Felipe após o desaparecimento.

Seis meses após o desaparecimento de Felipe Marques, a família segue vivendo a angústia da espera por respostas. O caso, registrado em Caieiras, ainda não teve desdobramentos públicos relevantes, e até o momento não há informações concretas sobre o paradeiro do morador.


Felipe desapareceu na manhã de 21 de setembro de 2025, após sair de casa, sem que desde então tenha feito qualquer contato com familiares ou amigos. Desde o início, a família mobilizou buscas e recorreu às autoridades, mas afirma que o tempo passou sem avanços significativos na investigação.


Em conversa com o Jornal Primeira Impressão, Ludmila Barreira, cunhada de Felipe, relatou a sensação de abandono enfrentada pela família ao longo dos últimos meses.

“Sábado fez seis meses e não temos respostas de nada. Nem da polícia, nem de ninguém”, afirmou.

Segundo ela, embora o inquérito siga em andamento em Caieiras, a percepção é de que as diligências foram limitadas. “Ouviram algumas pessoas e só. Dependemos da boa vontade”, disse.


A família também aponta possíveis falhas na condução inicial do caso. Uma das principais críticas é a ausência de verificação de imagens de monitoramento que poderiam indicar o deslocamento de Felipe após o desaparecimento. “Falam que ele pode ter ido para São Paulo, mas não pediram as câmeras da estação como deveriam. Seria o mínimo para saber se ele saiu de Caieiras”, relatou Ludmila.


Outro ponto levantado diz respeito a uma área de mata que teria sido indicada por um cão farejador ainda nos primeiros dias de buscas.“O cachorro indicou que ele esteve no mato, mas isso também não foi investigado. Hoje o mato está alto, não dá mais para entrar”, afirmou.


De acordo com a família, algumas iniciativas partiram de amigos e não tiveram continuidade por parte dos órgãos responsáveis. A Guarda Civil chegou a ir até o local indicado, mas, segundo Ludmila, não houve desdobramentos posteriores. Um pedido feito à Defesa Civil para retorno à área também não teria sido atendido.


A falta de respostas concretas mantém a família em um estado constante de incerteza. “Não ter um fim para essa história é muito triste. Qualquer resposta já seria um alívio para essa dor”, desabafou.


A hipótese de um desaparecimento voluntário também é vista com desconfiança pelos familiares. Segundo Ludmila, não há indícios que sustentem essa possibilidade. “A conta dele não foi acessada. Tem valores lá que não foram mexidos”, explicou.


Atualmente, tanto a família quanto a mãe de Felipe, Solange Rozza, seguem em busca de qualquer informação que possa ajudar a esclarecer o caso. O apelo é para que qualquer pessoa que tenha visto ou tenha alguma informação relevante procure os familiares ou as autoridades.


Seis meses depois, o caso segue sem respostas.



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