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Influencer e dançarina que ficou presa no CDP de Franco da Rocha compara o local ao “Vale da Sombra da Morte''

A expressão “Vale da Sombra da Morte”, presente no Salmo 23 da Bíblia, simboliza um cenário de dor extrema, medo e provação, uma travessia marcada por sofrimento profundo. Foi exatamente essa analogia que a influenciadora e ex-bailarina do Domingão do Faustão, Natacha Horana, utilizou ao descrever os quatro meses em que esteve presa no CDP de Franco da Rocha, classificando o local como precário e marcado pela falta de itens básicos, abandono e até comida estragada.

De repente, você sai de uma rotina de viagens, fama, melhores lugares e restaurantes, para ser privada da sua liberdade. 
De repente, você sai de uma rotina de viagens, fama, melhores lugares e restaurantes, para ser privada da sua liberdade. 

Após deixar a unidade prisional, ela descreveu as condições enfrentadas no local em entrevista ao programa “Sensacional”, da RedeTV!, classificando a experiência como uma ruptura brutal com a vida que levava antes.


“Aquele lugar é o Vale da Sombra da Morte. Precário, as mulheres são abandonadas, não chega comida, não tem itens de necessidade básica. Comida estragada, fiquei um mês sem sabonete, 15 dias sem papel higiênico. Uma realidade muito triste”, afirmou.

Segundo Natacha, a prisão representou uma mudança radical de realidade. “Foi a transição do luxo ao lixo totalmente. De repente, você sai de uma rotina de viagens, fama, melhores lugares e restaurantes, para ser privada da sua liberdade. 


Sobre o momento da prisão, descreveu como um trauma. “Nunca passou pela minha cabeça que era comigo. É muito extremo. É como perder alguém, é um luto”, disse
Sobre o momento da prisão, descreveu como um trauma. “Nunca passou pela minha cabeça que era comigo. É muito extremo. É como perder alguém, é um luto”, disse

Ela foi detida em sua própria residência sob acusação de lavagem de dinheiro e suposto envolvimento com o Primeiro Comando da Capital. Sobre o momento da prisão, descreveu como um trauma. “Nunca passou pela minha cabeça que era comigo. É muito extremo. É como perder alguém, é um luto”, disse.


Apesar do relato duro sobre a estrutura e as condições do CDP de Franco da Rocha, a influenciadora afirmou que contou com apoio familiar durante o período em que esteve presa.


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