Com a TIC Trens, serviço da Linha 7 - Rubi, piorou muito
- primeiraimpressaor
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População tem reclamado constantemente da piora no serviço anteriormente prestado pela CPTM
A situação da Linha 7-Rubi voltou a provocar revolta entre os passageiros da região nesta semana. Pelo segundo dia consecutivo, problemas operacionais afetaram diretamente a rotina de milhares de usuários que dependem diariamente do sistema ferroviário para chegar ao trabalho, escola ou compromissos médicos.

Na manhã desta quinta-feira (28), uma falha no sistema de sinalização na região de Caieiras provocou velocidade reduzida e aumento no tempo de parada entre as estações Franco da Rocha e Perus. Segundo informações divulgadas pela própria concessionária, o problema durou das 6h51 até aproximadamente 9h28, justamente no horário de pico.
Já na quarta-feira (27), outro problema havia afetado a operação da linha após um vazamento de óleo em um equipamento de manutenção utilizado durante a madrugada. O incidente causou lentidão desde as primeiras horas da manhã e reflexos em praticamente toda a operação da Linha 7-Rubi.

Nas redes sociais, grupos de moradores de Caieiras, Franco da Rocha, Francisco Morato e região passaram a relatar atrasos constantes, trens lotados, maior tempo de espera nas plataformas e sensação de insegurança operacional. Muitos passageiros afirmam que, desde a saída da CPTM e o início definitivo da operação da TIC Trens, o serviço perdeu qualidade e previsibilidade.
A principal reclamação da população envolve justamente a frequência das ocorrências. Em menos de um mês, a linha já registrou falhas por problemas elétricos, sinalização, equipamentos, além de episódios ligados a furto de cabos, que chegaram a afetar a circulação por mais de 12 horas em determinados trechos.
A Linha 7-Rubi é uma das mais importantes do sistema ferroviário paulista e atende diretamente cidades como Caieiras, Franco da Rocha, Francisco Morato, Campo Limpo Paulista e Jundiaí, transportando centenas de milhares de passageiros diariamente.
Enquanto isso, cresce entre os usuários a sensação de que a promessa de modernização e melhoria da operação ainda está distante da realidade enfrentada diariamente nas plataformas e dentro dos trens.




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