Antes da primeira pincelada, houve semanas de observação. Os degraus de madeira da Praça Santo Antônio, no Centro de Caieiras, serviram como ponto fixo para acompanhar, dia após dia, o movimento ao redor da Concha Acústica de Caieiras — o palco que, meses depois, se tornaria tela para um mural que hoje ultrapassa a função decorativa e vira símbolo de pertencimento.