Tarifa zero aos domingos passou a valer em Francisco Morato
- primeiraimpressaor
- há 6 horas
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Benefício é válido aos domingos. Em Caieiras, apesar do aumento, usuários não dispõem do mesmo direito

O reajuste da tarifa do transporte público municipal atingiu as cidades que integram o consórcio do Cimbaju neste início de ano. Em Caieiras, o valor da passagem subiu para R$ 6,00, medida que gerou forte repercussão nas redes sociais, sobretudo após o anúncio de que Francisco Morato passou a adotar tarifa zero aos domingos no transporte municipal.
“Só sabem aumentar o valor, mas o serviço dessa empresa só piora. Ficamos horas esperando um ônibus no ponto.”
Relato de seguidora da Página do Instagram do Jornal Primeira Impressão.
Em Morato, a gratuidade é válida exclusivamente aos domingos e foi anunciada oficialmente pela administração municipal como forma de facilitar o deslocamento da população para atividades religiosas, lazer e movimentação no comércio local.
Já em Caieiras, apesar do aumento, não há qualquer política pública que assegure transporte gratuito aos domingos ou em outras datas regulares. A diferença entre as duas cidades reacendeu o debate entre os usuários caieirenses, que passaram a questionar não apenas o valor, mas também a qualidade do serviço prestado.
Através das redes sociais, moradores se manifestaram:
“Um absurdo essa nova tarifa, visto que nada justifica esse aumento. Um péssimo serviço, ônibus que quando chove molha mais dentro do que fora, atrasos constantes, além de intervalos enormes entre um ônibus e outro.”

“Por que será que a prefeitura não abre para outras empresas concorrer? Essa pergunta vale milhões.”
“Essa linha de Caieiras é péssima, deixa a desejar aos usuários e trabalhadores, com falta de respeito e sem dar nenhuma satisfação quando há atrasos.”
Enquanto municípios vizinhos experimentam instrumentos de política pública como a gratuidade aos domingos, moradores de Caieiras continuam a arcar com o custo integral da passagem nos sete dias da semana. Para trabalhadores, estudantes e pessoas que dependem do transporte coletivo diariamente, a ausência de qualquer benefício regular representa impacto direto no orçamento familiar.




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