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Operação contra fraude bilionária no setor plástico atinge Caieiras e Franco da Rocha

Receita Federal, Procuradoria da Fazenda Nacional e forças estaduais cumprem mandados em cidades da região em investigação que apura esquema de sonegação superior a R$ 2,5 bilhões


A investigação aponta a existência de uma estrutura empresarial complexa, que teria utilizado aproximadamente 60 empresas de fachada para emissão de notas fiscais frias, geração de créditos tributários fictícios e ocultação patrimonial.
A investigação aponta a existência de uma estrutura empresarial complexa, que teria utilizado aproximadamente 60 empresas de fachada para emissão de notas fiscais frias, geração de créditos tributários fictícios e ocultação patrimonial.

Uma megaoperação deflagrada nesta quarta-feira pela Receita Federal, Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), Polícia Civil e outros órgãos estaduais colocou Caieiras e Franco da Rocha no centro de uma das maiores investigações fiscais do país em 2026. Batizada de “Operação Refugo”, a ação mira um suposto esquema bilionário de fraude tributária envolvendo empresas do setor plástico.


Segundo os órgãos responsáveis, o prejuízo estimado aos cofres públicos ultrapassa R$ 2,5 bilhões. A investigação aponta a existência de uma estrutura empresarial complexa, que teria utilizado aproximadamente 60 empresas de fachada para emissão de notas fiscais frias, geração de créditos tributários fictícios e ocultação patrimonial.


Ao todo, mais de 530 agentes públicos participam da operação, que cumpre 46 mandados de busca e apreensão em 14 municípios paulistas, entre eles Caieiras e Franco da Rocha. Também aparecem na lista cidades como São Paulo, Guarulhos, Barueri, Jundiaí e São Bernardo do Campo.

De acordo com as informações divulgadas pelos investigadores, o grupo suspeito teria criado mecanismos para reduzir artificialmente o pagamento de tributos como ICMS, IPI, PIS, Cofins e Imposto de Renda. A suspeita é de que empresas eram abertas em nome de terceiros ou laranjas para simular operações comerciais inexistentes, criando créditos fiscais fraudulentos utilizados por empresas do setor.


De acordo com as informações divulgadas pelos investigadores, o grupo suspeito teria criado mecanismos para reduzir artificialmente o pagamento de tributos como ICMS, IPI, PIS, Cofins e Imposto de Renda
De acordo com as informações divulgadas pelos investigadores, o grupo suspeito teria criado mecanismos para reduzir artificialmente o pagamento de tributos como ICMS, IPI, PIS, Cofins e Imposto de Renda

A operação também chama atenção pelo momento em que ocorre. Nos últimos meses, órgãos federais intensificaram o combate a estruturas sofisticadas de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro, especialmente em setores industriais de alta movimentação financeira.

Apesar da divulgação dos municípios envolvidos, até o momento os órgãos responsáveis não divulgaram oficialmente os nomes das empresas ou dos investigados ligados especificamente às ações realizadas em Caieiras e Franco da Rocha.


A Receita Federal informou que as investigações seguem em andamento e que o objetivo é interromper a continuidade das fraudes, recuperar ativos e responsabilizar criminalmente os envolvidos no esquema.

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