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Leitora aponta irregularidades em novo local de coleta de exames

Uma leitora denunciou ao Jornal Primeira Impressão que a mudança de local para a realização de um exame foi comunicada apenas por WhatsApp, na véspera, sem orientações claras. O caso levanta questionamentos sobre transparência e respeito ao consumidor.

A mudança, de acordo com a denunciante, foi comunicada apenas por mensagem via WhatsApp, na véspera do exame, sem maiores orientações ou esclarecimentos sobre as condições do novo local.
A mudança, de acordo com a denunciante, foi comunicada apenas por mensagem via WhatsApp, na véspera do exame, sem maiores orientações ou esclarecimentos sobre as condições do novo local.

Uma leitora e usuária do sistema municipal de saúde entrou em contato com o Jornal Primeira Impressão para relatar uma situação considerada preocupante vivenciada na manhã da última quinta-feira, durante a realização de exames laboratoriais agendados pela rede pública.


Segundo o relato, a coleta que inicialmente seria realizada no laboratório central da Prefeitura, localizado na Rua Guadalajara, no Centro da cidade, foi transferida para um novo endereço. A mudança, de acordo com a denunciante, foi comunicada apenas por mensagem via WhatsApp, na véspera do exame, sem maiores orientações ou esclarecimentos sobre as condições do novo local.


Ao chegar ao endereço informado, na Rua Brasil, em frente ao antigo cartório, a usuária afirma ter encontrado um ambiente que, em sua avaliação, não reúne os requisitos mínimos para a realização de exames laboratoriais. Entre os principais pontos relatados estão a estrutura física inadequada, sala pequena e mal ventilada, incidência direta de sol devido às portas de vidro, além da ausência de ventiladores ou qualquer sistema de climatização.


Outro ponto destacado foi o tempo excessivo de espera. Mesmo com ficha de número 13, a leitora afirma ter aguardado cerca de uma hora e meia para ser atendida. Segundo ela, havia apenas uma profissional responsável pela coleta, o que, em sua percepção, compromete tanto a agilidade quanto a segurança do procedimento.


A falta de itens básicos também chamou a atenção. A usuária relata que não havia água potável disponível para os pacientes, mesmo diante do calor intenso. Ao questionar a recepção, teria sido orientada a consumir água da torneira. “Um descaso total”, resumiu.

Ainda segundo o depoimento, funcionários teriam informado que estavam solicitando o fornecimento de água desde o dia anterior, sem sucesso. A leitora também demonstrou preocupação quanto à qualidade das amostras coletadas, já que exames desse tipo exigem ambiente controlado, temperatura adequada e protocolos rígidos de segurança para evitar contaminações ou comprometimento dos resultados.

Outro fator que gerou insegurança foi a ausência de identificação do laboratório no local. Não havia placa, nome da empresa responsável ou qualquer informação visível que permitisse aos usuários saber quem estava realizando a coleta dos exames.


“A gente não sabe nem quem está coletando o exame da gente”, afirmou a denunciante, que também destacou que, segundo funcionários, a mudança teria ocorrido de forma apressada, com o local ainda em fase de organização.

Diante da situação, a leitora informou que pretende formalizar uma reclamação junto à Secretaria Municipal de Saúde e espera que o caso seja apurado. O jornal reforça que permanece à disposição para ouvir a Prefeitura e os responsáveis pelo serviço, garantindo o espaço necessário para esclarecimentos.

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