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Caieiras: mães denunciam “rodízio informal” em creche por falta de auxiliares e expõem falhas na educação infantil

Sem aviso oficial, mães relatam que crianças ficam em casa em dias alternados em creche de Caieiras
A situação tem gerado revolta entre os responsáveis, principalmente por se tratar de alunos muito pequenos. No maternal 1, muitas crianças ainda estão em fase inicial de desenvolvimento e dependem de acompanhamento constante dentro da sala de aula. (imagem gerada por IA).
A situação tem gerado revolta entre os responsáveis, principalmente por se tratar de alunos muito pequenos. No maternal 1, muitas crianças ainda estão em fase inicial de desenvolvimento e dependem de acompanhamento constante dentro da sala de aula. (imagem gerada por IA).

Uma denúncia recebida pelo Jornal Primeira Impressão acendeu um alerta preocupante sobre a realidade da educação infantil em Caieiras. Segundo o relato de uma mãe, alunos do maternal 1 da EMEMI Vovó Arminda, localizada no bairro de Laranjeiras, estariam sendo submetidos a um “rodízio informal” de frequência por falta de auxiliares de sala.


De acordo com a denúncia, apesar de não haver qualquer comunicação oficial por parte da direção da unidade ou da Secretaria de Educação, professoras teriam passado a solicitar diretamente às mães que deixassem as crianças em casa em dias alternados. A orientação, feita de forma pessoal, sem registro formal, teria como objetivo suprir a ausência de profissionais suficientes para atender todas as crianças simultaneamente.


A situação tem gerado revolta entre os responsáveis, principalmente por se tratar de alunos muito pequenos. No maternal 1, muitas crianças ainda estão em fase inicial de desenvolvimento e dependem de acompanhamento constante dentro da sala de aula. Além disso, grande parte das mães não possui rede de apoio e precisa trabalhar, o que torna inviável manter os filhos em casa de forma alternada.


O cenário expõe não apenas um problema pontual, mas levanta questionamentos sobre o planejamento da atual gestão municipal no atendimento à educação infantil. A ausência de auxiliares, função essencial no suporte pedagógico e no cuidado com as crianças, impacta diretamente na qualidade do ensino e na segurança dos alunos.

A EMEMI Vovó Arminda, que por anos foi considerada referência no bairro de Laranjeiras, vem acumulando reclamações recentes por parte de pais e responsáveis, o que reforça a percepção de deterioração na estrutura e no atendimento da unidade.

Outro ponto que amplia a preocupação é a situação da EMEMI Climene Toigo. A unidade foi demolida pela Prefeitura sob a promessa de construção de uma nova escola, porém, até o momento, a obra não avançou e segue paralisada, aumentando ainda mais a pressão sobre outras unidades da rede municipal.


Diante desse cenário, a denúncia levanta uma questão central: como garantir o direito à educação infantil de qualidade quando faltam profissionais básicos para o funcionamento das salas?


A redação do Jornal Primeira Impressão está aberta para receber um posicionamento oficial da Prefeitura de Caieiras e da Secretaria de Educação sobre os fatos relatados, bem como esclarecimentos sobre a falta de auxiliares e a situação das obras da EMEMI Climene Toigo.

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